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Imunoterapia: entenda o tratamento

O câncer é uma das principais causas de morte no mundo. Nos últimos anos, o avanço da medicina trouxe novos tratamentos que têm aumentado as chances de cura para os pacientes.


Um desses tratamentos é a imunoterapia, que visa estimular o sistema imunológico do paciente a combater as células cancerígenas.


"Uma nova arma para o tratamento dentre o arsenal que a gente tem para combater o câncer.” - Assim, resume o nosso oncologista Leonardo Lago.


O sistema imunológico é responsável por proteger o organismo de infecções e doenças. No caso do câncer, as células cancerígenas conseguem escapar da ação do sistema imunológico e se multiplicarem.


A imunoterapia atua justamente no sentido de restaurar a capacidade do sistema imunológico de reconhecer e combater as células cancerígenas.


Existem diferentes tipos de imunoterapia, que podem ser divididos em duas categorias principais:


  • Imunoterapia ativa: essa abordagem consiste em fornecer ao sistema imunológico as informações necessárias para que ele possa reconhecer e combater as células cancerígenas. Isso pode ser feito por meio de vacinas, anticorpos ou células imunológicas modificadas.

"A imunoterapia ativa pode ser usada para tratar diversos tipos de câncer, incluindo melanoma, câncer de pulmão, câncer de cabeça e pescoço, câncer de pele, câncer de mama e câncer de próstata", explica Dr. Leornardo Lago.


  • Imunoterapia passiva: essa abordagem consiste em fornecer ao sistema imunológico células imunológicas já prontas para combater as células cancerígenas. Isso pode ser feito por meio de células T ou células NK.


A imunoterapia tem sido eficaz no tratamento de diversos tipos de câncer, com taxas de resposta e remissão que são superiores a outros tratamentos, como a quimioterapia ou a radioterapia. No entanto, a imunoterapia ainda apresenta alguns desafios, como o custo elevado e o risco de resistência das células cancerígenas.



"A imunoterapia é uma área de pesquisa ativa e as pesquisas estão sendo desenvolvidas para melhorar a eficácia e reduzir os efeitos colaterais desse tratamento", afirma o Dr. Lago.


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